quinta-feira, 21 de maio de 2015

DINÂMICA DAS LIÇÕES

Adultos: Jesus, o Homem Perfeito – O Evangelho de Lucas, o médico amado
Lição 08: O Poder de Jesus sobre a Natureza e os demônios

Dinâmica: Tempestade

Objetivos:
Refletir sobre as dificuldades que enfrentamos na vida cristã.
Confirmar que temos socorro em Jesus, aquele que acalma as tempestades.

Material:
Folha de papel ofício para cada aluno
3 metros de TNT azul
01 mesa
Fita adesiva

Procedimento:
- Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que agente fazia quando criança).
- Enquanto isso, organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.
- Peçam para que os alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita adesiva para fixar os barquinhos.
- Falem para os alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os colegas.
- Há também outras situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade. Leiam:  Mt 8.23 a 26.
- Façam uma oração pelos alunos sobre isto.
- Em seguida, com a ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.

Por Sulamita Macedo.


Texto Pedagógico
Monitoria na EBD

            Monitoria é uma atividade de ensino e aprendizagem de caráter cooperativo entre professores e alunos, que estimula a iniciação docente, que geralmente acontece em cursos de graduação, porém se faz presente também no Ensino Médio e nos últimos anos do Fundamental de forma mais escassa. Entretanto, sua prática também é possível na Escola Bíblica Dominical.
            O monitor é aquele aluno, que sob a orientação e supervisão de um professor, tem a possibilidade de vivenciar atividades didáticas e práticas sobre o conteúdo, executando atribuições auxiliares junto ao mestre, proporcionando-lhe experiência de formação em curso.
Jesus escolheu 12 pessoas, os discípulos, para que na vivência com Ele aprendessem sobre os valores do Reino e enfrentassem situações diversas, para que pudessem pregar com poder e sinais, como se lê: “E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios” (Marcos 3:13-15).
            O apóstolo Paulo treinou em serviço o jovem Timóteo e quando precisou de um cooperador, enviou-o, pois estava preparado, capacitado e com experiência para o trabalho.  “E espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei Timóteo... Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai” (Fp 2. 19a e 22).
            Observamos, nestes versículos citados acima, apenas dois exemplos da Bíblia sobre treinamento em serviço, através da observação, prática e cooperação, sob a orientação do mentor, com o objetivo de adquirir experiência para a realização de um trabalho futuro, adquirindo habilidades por meio de uma ação formativa.
            E na Escola Bíblica Dominical, quais as possibilidades de haver esta prática?
         Partindo do princípio de que há necessidade de novos professores para o ensino cristão, a monitoria pode ser uma forma de iniciação à docência, proporcionando familiaridade do monitor com planejamento de aula, pesquisa sobre o conteúdo, escolha de métodos e execução de outras atividades correlatas ao processo de ensino e aprendizagem de forma conjunta com o professor.
            Para o exercício da monitoria, os candidatos podem se apresentar de forma voluntária ou por escolha dos professores. Para isto, é recomendável que os professores tenham um olhar atento sobre aqueles alunos da EBD, que demonstram iniciativa para falar diante dos colegas, que trazem uma informação sobre o tema da lição, que apresentam assiduidade, pontualidade, interesse, responsabilidade e que tenham espírito colaborativo, pois eles, com estas características, podem ser monitores e certamente bons professores.
            Abrir este espaço no contexto de EBD, para a monitoria, traz benefícios para a descoberta de professores, tendo em vista esta atividade possibilitar a apropriação de habilidades didáticas, formando um futuro professor com experiência nas atividades colaborativas de aprendizagem, capacitando-se para o ensino cristão na Escola Dominical. A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Tm 2.15).
            Outro ponto importante, para a existência da monitoria na EBD, tratar-se de não pegar alguém de surpresa quando designado para assumir uma classe, trazendo-lhe desconforto, preocupação, insegurança e até medo para assumir a função por falta de preparo de como ministrar uma aula. Havendo alunos monitores, a superintendência tem maior possibilidade de escolha dos docentes com experiência no ensino.
            As atividades do aluno monitor devem ser concentradas no sentido de auxiliar nas práticas pedagógicas da EBD. O monitor não será um substituto do docente, pois suas ações devem ser executadas na presença do professor. Quando o docente precisar faltar a EBD, deve manter contato com outro professor para que ministre a aula, não deixando a aula a cargo do monitor.
            Mas, vejamos alguns exemplos de como o aluno monitor pode cooperar nas aulas da EBD:
            - Expor uma parte da lição.
            - Acrescentar uma informação importante sobre o tema.
            - Auxiliar nas atividades práticas com os alunos, como nos trabalhos de grupo, execução de dinâmicas etc.
            Após a aula, em um encontro específico, o professor deve conversar com o monitor sobre sua atuação na aula, para que os pontos positivos sejam ressaltados e os negativos minimizados, sugerindo e orientando como proceder, evitando assim repetição de falhas.
            O tempo de aprendizagem do aluno como monitor pode variar de pessoa para pessoa, pois dependerá do desenvolvimento individual de habilidades, do desempenho e da maturidade nesta formação em serviço. Além disso, é importante que haja orientação e incentivo para participação em treinamentos, congressos, seminários de EBD, como também a realização de leituras de livros, revistas, textos de conteúdo pedagógico para que o aluno monitor se aproprie de informações sobre o processo de ensino e aprendizagem e da educação cristã.
            Portanto, a implantação de um programa de monitoria na EBD traz pontos positivos para a formação em serviço a aspirante de professor na EBD. Para que haja sucesso, nesta atividade, a receptividade da ideia pelos professores é fundamental, além de que devem estar disponíveis para realizar o acompanhamento do aluno a contento. O aluno-monitor deve também se esforçar e ser estimulado a exercer suas ações com vista ao exercício da docência na EBD.
            Que tal pensar sobre isto e colocar em prática a monitoria na EBD?
Por Sulamita Macedo.


Jovens: Jesus e o seu tempo – Conhecendo o contexto da sociedade judaica nos tempos de Jesus
Lição 08: Jesus e as Minorias
 

Dinâmica: No lugar do outro

Objetivo: Refletir sobre a atitude de se colocar no lugar do outro, agindo sem discriminação.

Material:
¼ da folha de papel ofício e caneta para cada aluno.

Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Distribuam ¼ da folha de papel ofício.
- Solicitem para que cada aluno escreva o que ele deseja que seu colega do lado esquerdo realize, naquele momento da aula. Normalmente as ações são engraçadas e até “micos”.
Veja um exemplo: Maria deve fazer tal coisa. João( nome da pessoa que está escrevendo).
Orientem que o colega não pode ver o que o aluno está escrevendo.
- Recolham todos os papéis.
- Agora, falem: A regra da brincadeira está mudada, o “feitiço virou contra o feiticeiro”. Quem vai realizar a tarefa é a pessoa que escreveu e não o colega para quem você desejou.
- Então, os alunos deverão realizar as tarefas.
Certamente, haverá um pouco de rejeição ou vergonha, mas encorajem os alunos para que realizem as atividades.
- Depois, falem: Esta é a finalidade da brincadeira: não desejar aos outros ou fazer algo com os outros, que você não gostaria que fizessem com você.
- Falem: Na aula de hoje, vamos estudar sobre atitude de Jesus diante das minorias, que eram discriminadas.
- Para concluir, leiam:
“E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também” Lc  6.31
Ideia original desta técnica desconhecida

Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.


Pré-adolescentes – Currículo do Ano 1: Quem Sou
Lição 08: “Um Soldado de Cristo”
 

Dinâmica: A Armadura do Cristão

Objetivo:
Refletir sobre a necessidade do cristão possuir todos os elementos da armadura espiritual para vencer as ciladas do Diabo.

Material:
01 figura de 01 soldado
quadro ou cartolina
papel ofício e caneta

Procedimento:
- Coloquem a figura do soldado no quadro e perguntem quais são as armas de combate e defesa de um soldado.
Aguardem as respostas. Escrevam as respostas no quadro de giz ou cartolina.
- Agora falem: O cristão é comparado a um soldado pronto para o combate, que possui armas especiais para a caminhada cristã
Então, apresentem quais são os elementos que compõem a armadura do cristão, que encontramos em Ef 6. 13 ao 17. Para tanto, façam uma leitura compartilhada, explicando cada elemento da armadura.
Cinturão – verdade
Couraça – justiça
Escudo – fé
Capacete – salvação
Espada – palavra
- Para exemplificar os elementos da armadura: fazer os elementos de jornal e colocar em um dos alunos da classe.
- Depois, falem: O Diabo tem suas armas para investir contra o cristão, mas se ele está revestido da armadura de Deus, ele está protegido e sua vida espiritual está segura em Deus.
- Para concluir, leiam Ef 6. 11 ao 13.

Por Sulamita Macedo.

Adolescentes – Currículo do Ano 1: Adolescentes da Bíblia
Lição 08: Fazendo a diferença

Dinâmica: Bumerangue

Objetivos:
Refletir sobre o princípio da semeadura e da colheita.
Contextualizar o exemplo do rei Josias para a vida dos alunos.

Material:
01 bumerangue(pode ser feito de vários materiais)
01 cesta pequena com sementes variadas.
01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.

Procedimento:
- Leiam Gl 6.7 “... tudo o que o homem semear, isso também ceifará”.
- Falem: Este é o princípio da semeadura e da colheita.
- Perguntem o que os alunos entendem sobre isto.
Aguardem as respostas.
- Depois, apresentem um bumerangue e perguntem como funciona.
Aguardem as respostas.
Espera-se que falem que o bumerangue é um objeto de arremesso e que ao ser lançado, volta à mão daquele que o arremessou.
- Falem: A lei da semeadura é como um bumerangue, você vai ter de volta, vai sentir as consequências daquilo que falou e praticou.
- Estudamos nesta lição quais as ações que foram desenvolvidas pelo rei Josias. Ele plantou boas sementes e teve resultados positivos no seu reinado.
- Perguntem:
O que vocês estão plantando?
Que tipos de sementes estão semeando?
O que estão colhendo?
- Perguntem: Que tipo de sementes estamos semeado? O que estamos colhendo?
- Distribuam 01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.
- Passem para os alunos a cesta com as sementes e solicitem para que eles retirem no máximo 05 unidades diferentes e coloque-as no copo.
- Depois, orientem para que os alunos falem sobre as ações, representadas pelas sementes, que eles desejam cultivar em suas vidas para que tenha êxito no seu relacionamento com Deus e com o próximo.
- Agora, repitam a leitura de Gl 6. 7.
- Reflitam ainda: Já imaginou a quantidade do que vocês podem receber de volta daquilo que estão plantando?
- Leiam II Co 9.6 “...O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância em abundância também ceifará.”
- Analisem ainda que há sementes que germinam com facilidade, mas há outras que precisam de cuidados especiais para que brotem.
Depois façam uma relação disto com as sementes que estamos cultivando, quais delas necessitam de maiores cuidados e tentativas para produzir frutos.
- Para finalizar, leiam Gl 5.22.

Por Sulamita Macedo.

Juvenis - Currículo do Ano 1: Questões Difíceis dos Nosso Tempo
Lição 08: A ameaça do Terrorismo

Dinâmica: Proteção 24 horas

Objetivo: Refletir sobre a proteção humana e a segurança que somente encontramos em Deus.

Material:
Figuras de fortalezas e torres(faróis).

Procedimento:
- Após trabalhar o que trata Zc 2. 4 e 5(ausência de muro ao redor da cidade e a glória de Deus como um muro de fogo) falem que historicamente  as cidades tinham muros que serviam de proteção para o povo contra os ataques dos inimigos.
- Falem para os alunos sobre o cuidado que temos com a proteção tanto pessoal como também do patrimônio que temos.
Falem ainda sobre a falta de segurança que vivenciamos atualmente, com o aumento da violência social.
- Depois, perguntem: O que nos protege da insegurança que vivenciamos?
Aguardem as respostas. Certamente, alguns confirmarão que somente possuem a proteção divina, outros, além desta, vão falar de segurança eletrônica e/ou armada, atenção ao que acontece ao redor, etc
- Apresentem algumas figuras de fortalezas e torres que sua cidade possui ou mesmo de outros lugares.
Falem sobre a construção de fortalezas em localização estratégica nas cidades litorâneas que serviram para promover segurança. Além disso, falem sobre as torres que possuem faróis que serviam e servem até hoje para orientar a navegação à noite, promovendo também segurança para os navegantes.
- Agora, leiam:
 Pv 18.10 “Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro”.
Sl 46.1 “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”
Perguntem: Quem é a nossa fortaleza? E torre forte?
Espera-se que os alunos tenham observado o que dizem os versículos e falem que é Deus e o nome do Senhor!
- Falem: Temos uma torre forte na qual podemos nos refugiar, nos orientar através de Sua palavra que é luz para nosso caminho.
- Depois, perguntem se há algum aluno que está se sentindo inseguro, precisando se sentir amparado.
Certamente, haverá.
Então, peçam para que a turma faça um círculo ao redor do(s) colega(s). Orientem para que os alunos deixem o círculo bem fechado, simbolizando uma fortaleza, para que se sintam fortalecidos pelo cuidado e proteção dos colegas.
Depois, façam uma oração pelos que estão dentro do círculo, para que sintam segurança e proteção 24 horas da torre forte e da fortaleza que é Deus.
- Para concluir, leiam conjuntamente:
 Pv 18.10 “Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro”.
Sl 46.1 “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”.


Por Sulamita Macedo.

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