Adultos: Jesus, o
Homem Perfeito – O Evangelho de Lucas, o médico amado
Lição 08: O Poder
de Jesus sobre a Natureza e os demônios

Dinâmica: Tempestade
Objetivos:
Refletir sobre as
dificuldades que enfrentamos na vida cristã.
Confirmar que temos
socorro em Jesus, aquele que acalma as tempestades.
Folha de papel
ofício para cada aluno
3 metros de TNT
azul
01 mesa
Fita adesiva
Procedimento:
- Entreguem uma
folha de papel ofício para cada aluno e solicitem para que eles façam um
barquinho, usando a técnica da dobradura (aquela que agente fazia quando
criança).
- Enquanto isso,
organizem o TNT na mesa de forma que dê ideia de um mar revolto.
- Peçam para que os
alunos coloquem seus barcos no mar revolto. Se julgar necessário, utilizem fita
adesiva para fixar os barquinhos.
- Falem para os
alunos que o mar revolto representa as situações adversas que enfrentamos na
vida. Muitas vezes precisamos retirar do nosso barco algo que pode impedir o
bom prosseguimento da viagem. Cada um deve nesse momento refletir se há algo
que precisa ser descartado ou modificado, mas não precisa falar para os
colegas.
- Há também outras
situações que precisamos do socorro de Jesus para acalmar a tempestade.
Leiam: Mt 8.23 a 26.
- Façam uma oração
pelos alunos sobre isto.
- Em seguida, com a
ajuda de outra pessoa, estirem o TNT, representando o mar sem a tempestade.
Por Sulamita
Macedo.
Texto Pedagógico
Monitoria na EBD
Monitoria é uma atividade de ensino e aprendizagem de caráter cooperativo entre
professores e alunos, que estimula a iniciação docente, que geralmente acontece
em cursos de graduação, porém se faz presente também no Ensino Médio e nos
últimos anos do Fundamental de forma mais escassa. Entretanto, sua prática
também é possível na Escola Bíblica Dominical.
O monitor é aquele aluno, que sob a orientação e supervisão de um professor,
tem a possibilidade de vivenciar atividades didáticas e práticas sobre o
conteúdo, executando atribuições auxiliares junto ao mestre, proporcionando-lhe
experiência de formação em curso.
Jesus escolheu 12
pessoas, os discípulos, para que na vivência com Ele aprendessem sobre os
valores do Reino e enfrentassem situações diversas, para que pudessem pregar
com poder e sinais, como se lê: “E subiu ao monte, e chamou para si os que ele
quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a
pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os
demônios” (Marcos 3:13-15).
O apóstolo Paulo treinou em serviço o jovem Timóteo e quando precisou de um
cooperador, enviou-o, pois estava preparado, capacitado e com experiência para
o trabalho. “E espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei
Timóteo... Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no
evangelho, como filho ao pai” (Fp 2. 19a e 22).
Observamos, nestes versículos citados acima, apenas dois exemplos da Bíblia
sobre treinamento em serviço, através da observação, prática e cooperação, sob
a orientação do mentor, com o objetivo de adquirir experiência para a
realização de um trabalho futuro, adquirindo habilidades por meio de uma ação
formativa.
E na Escola Bíblica Dominical, quais as possibilidades de haver esta prática?
Partindo do princípio de que há necessidade de novos professores para o ensino
cristão, a monitoria pode ser uma forma de iniciação à docência, proporcionando
familiaridade do monitor com planejamento de aula, pesquisa sobre o conteúdo,
escolha de métodos e execução de outras atividades correlatas ao processo de
ensino e aprendizagem de forma conjunta com o professor.
Para o exercício da monitoria, os candidatos podem se apresentar de forma
voluntária ou por escolha dos professores. Para isto, é recomendável que os
professores tenham um olhar atento sobre aqueles alunos da EBD, que demonstram
iniciativa para falar diante dos colegas, que trazem uma informação sobre o tema
da lição, que apresentam assiduidade, pontualidade, interesse, responsabilidade
e que tenham espírito colaborativo, pois eles, com estas características, podem
ser monitores e certamente bons professores.
Abrir este espaço no contexto de EBD, para a monitoria, traz benefícios para a
descoberta de professores, tendo em vista esta atividade possibilitar a
apropriação de habilidades didáticas, formando um futuro professor com
experiência nas atividades colaborativas de aprendizagem, capacitando-se para o
ensino cristão na Escola Dominical. A Palavra de Deus adverte: “Procura
apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar,
que maneja bem a palavra da verdade”(II Tm 2.15).
Outro ponto importante, para a existência da monitoria na EBD, tratar-se de não
pegar alguém de surpresa quando designado para assumir uma classe, trazendo-lhe
desconforto, preocupação, insegurança e até medo para assumir a função por
falta de preparo de como ministrar uma aula. Havendo alunos monitores, a
superintendência tem maior possibilidade de escolha dos docentes com
experiência no ensino.
As atividades do aluno monitor devem ser concentradas no sentido de auxiliar
nas práticas pedagógicas da EBD. O monitor não será um substituto do docente,
pois suas ações devem ser executadas na presença do professor. Quando o docente
precisar faltar a EBD, deve manter contato com outro professor para que
ministre a aula, não deixando a aula a cargo do monitor.
Mas, vejamos alguns exemplos de como o aluno monitor pode cooperar nas aulas da
EBD:
- Expor uma parte da lição.
- Acrescentar uma informação importante sobre o tema.
- Auxiliar nas atividades práticas com os alunos, como nos trabalhos de grupo,
execução de dinâmicas etc.
Após a aula, em um encontro específico, o professor deve conversar com o
monitor sobre sua atuação na aula, para que os pontos positivos sejam
ressaltados e os negativos minimizados, sugerindo e orientando como proceder,
evitando assim repetição de falhas.
O tempo de aprendizagem do aluno como monitor pode variar de pessoa para
pessoa, pois dependerá do desenvolvimento individual de habilidades, do
desempenho e da maturidade nesta formação em serviço. Além disso, é importante
que haja orientação e incentivo para participação em treinamentos, congressos,
seminários de EBD, como também a realização de leituras de livros, revistas,
textos de conteúdo pedagógico para que o aluno monitor se aproprie de
informações sobre o processo de ensino e aprendizagem e da educação cristã.
Portanto, a implantação de um programa de monitoria na EBD traz pontos
positivos para a formação em serviço a aspirante de professor na EBD. Para que
haja sucesso, nesta atividade, a receptividade da ideia pelos professores é
fundamental, além de que devem estar disponíveis para realizar o acompanhamento
do aluno a contento. O aluno-monitor deve também se esforçar e ser estimulado a
exercer suas ações com vista ao exercício da docência na EBD.
Que tal pensar sobre isto e colocar em prática a monitoria na EBD?
Por Sulamita
Macedo.
Jovens: Jesus e o
seu tempo – Conhecendo o contexto da sociedade judaica nos tempos de Jesus
Lição 08: Jesus e
as Minorias

Dinâmica: No lugar
do outro
Objetivo: Refletir
sobre a atitude de se colocar no lugar do outro, agindo sem discriminação.
Material:
Procedimento:
- Organizem os
alunos em círculo.
- Distribuam ¼ da
folha de papel ofício.
- Solicitem para
que cada aluno escreva o que ele deseja que seu colega do lado esquerdo
realize, naquele momento da aula. Normalmente as ações são engraçadas e até
“micos”.
Veja um exemplo:
Maria deve fazer tal coisa. João( nome da pessoa que está escrevendo).
Orientem que o
colega não pode ver o que o aluno está escrevendo.
- Recolham todos os
papéis.
- Agora, falem: A
regra da brincadeira está mudada, o “feitiço virou contra o feiticeiro”. Quem
vai realizar a tarefa é a pessoa que escreveu e não o colega para quem você
desejou.
- Então, os alunos
deverão realizar as tarefas.
Certamente, haverá
um pouco de rejeição ou vergonha, mas encorajem os alunos para que realizem as
atividades.
- Depois, falem:
Esta é a finalidade da brincadeira: não desejar aos outros ou fazer algo com os
outros, que você não gostaria que fizessem com você.
- Falem: Na aula de
hoje, vamos estudar sobre atitude de Jesus diante das minorias, que eram
discriminadas.
- Para concluir,
leiam:
“E, como vós
quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também”
Lc 6.31
Ideia original
desta técnica desconhecida
Esta versão da
dinâmica por Sulamita Macedo.
Pré-adolescentes –
Currículo do Ano 1: Quem Sou
Lição 08: “Um
Soldado de Cristo”

Dinâmica: A
Armadura do Cristão
Objetivo:
Refletir sobre a
necessidade do cristão possuir todos os elementos da armadura espiritual para
vencer as ciladas do Diabo.
Material:
01 figura de 01
soldado
quadro ou cartolina
papel ofício e
caneta
Procedimento:
- Coloquem a figura
do soldado no quadro e perguntem quais são as armas de combate e defesa de um
soldado.
Aguardem as respostas.
Escrevam as respostas no quadro de giz ou cartolina.
- Agora falem: O
cristão é comparado a um soldado pronto para o combate, que possui armas
especiais para a caminhada cristã
Então, apresentem
quais são os elementos que compõem a armadura do cristão, que encontramos em Ef
6. 13 ao 17. Para tanto, façam uma leitura compartilhada, explicando cada
elemento da armadura.
Cinturão – verdade
Couraça – justiça
Escudo – fé
Capacete – salvação
Espada – palavra
- Para exemplificar
os elementos da armadura: fazer os elementos de jornal e colocar em um dos
alunos da classe.
- Depois, falem: O
Diabo tem suas armas para investir contra o cristão, mas se ele está revestido
da armadura de Deus, ele está protegido e sua vida espiritual está segura em
Deus.
- Para concluir,
leiam Ef 6. 11 ao 13.
Por Sulamita
Macedo.
Adolescentes –
Currículo do Ano 1: Adolescentes da Bíblia
Lição 08: Fazendo a
diferença

Dinâmica:
Bumerangue
Objetivos:
Refletir sobre o
princípio da semeadura e da colheita.
Contextualizar o
exemplo do rei Josias para a vida dos alunos.
Material:
01 bumerangue(pode
ser feito de vários materiais)
01 cesta pequena
com sementes variadas.
01 copo descartável
pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.
Procedimento:
- Falem: Este é o
princípio da semeadura e da colheita.
- Perguntem o que
os alunos entendem sobre isto.
Aguardem as
respostas.
- Depois,
apresentem um bumerangue e perguntem como funciona.
Aguardem as
respostas.
Espera-se que falem
que o bumerangue é um objeto de arremesso e que ao ser lançado, volta à mão
daquele que o arremessou.
- Falem: A lei da
semeadura é como um bumerangue, você vai ter de volta, vai sentir as
consequências daquilo que falou e praticou.
- Estudamos nesta
lição quais as ações que foram desenvolvidas pelo rei Josias. Ele plantou boas
sementes e teve resultados positivos no seu reinado.
- Perguntem:
O que vocês estão
plantando?
Que tipos de
sementes estão semeando?
O que estão
colhendo?
- Perguntem: Que
tipo de sementes estamos semeado? O que estamos colhendo?
- Distribuam 01
copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.
- Passem para os
alunos a cesta com as sementes e solicitem para que eles retirem no máximo 05
unidades diferentes e coloque-as no copo.
- Depois, orientem
para que os alunos falem sobre as ações, representadas pelas sementes, que eles
desejam cultivar em suas vidas para que tenha êxito no seu relacionamento com
Deus e com o próximo.
- Agora, repitam a
leitura de Gl 6. 7.
- Reflitam ainda:
Já imaginou a quantidade do que vocês podem receber de volta daquilo que estão
plantando?
- Leiam II Co 9.6
“...O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância em
abundância também ceifará.”
- Analisem ainda
que há sementes que germinam com facilidade, mas há outras que precisam de
cuidados especiais para que brotem.
Depois façam uma
relação disto com as sementes que estamos cultivando, quais delas necessitam de
maiores cuidados e tentativas para produzir frutos.
- Para finalizar,
leiam Gl 5.22.
Por Sulamita
Macedo.
Lição 08: A ameaça
do Terrorismo

Dinâmica: Proteção
24 horas
Objetivo: Refletir
sobre a proteção humana e a segurança que somente encontramos em Deus.
Material:
Figuras de
fortalezas e torres(faróis).
Procedimento:
- Após trabalhar o
que trata Zc 2. 4 e 5(ausência de muro ao redor da cidade e a glória de Deus
como um muro de fogo) falem que historicamente as cidades tinham muros
que serviam de proteção para o povo contra os ataques dos inimigos.
- Falem para os
alunos sobre o cuidado que temos com a proteção tanto pessoal como também do
patrimônio que temos.
Falem ainda sobre a
falta de segurança que vivenciamos atualmente, com o aumento da violência
social.
- Depois,
perguntem: O que nos protege da insegurança que vivenciamos?
Aguardem as
respostas. Certamente, alguns confirmarão que somente possuem a proteção
divina, outros, além desta, vão falar de segurança eletrônica e/ou armada,
atenção ao que acontece ao redor, etc
- Apresentem
algumas figuras de fortalezas e torres que sua cidade possui ou mesmo de outros
lugares.
Falem sobre a
construção de fortalezas em localização estratégica nas cidades litorâneas que
serviram para promover segurança. Além disso, falem sobre as torres que possuem
faróis que serviam e servem até hoje para orientar a navegação à noite,
promovendo também segurança para os navegantes.
- Agora, leiam:
Pv 18.10
“Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro”.
Sl 46.1 “Deus é o
nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”
Perguntem: Quem é a
nossa fortaleza? E torre forte?
Espera-se que os
alunos tenham observado o que dizem os versículos e falem que é Deus e o nome
do Senhor!
- Falem: Temos uma
torre forte na qual podemos nos refugiar, nos orientar através de Sua palavra
que é luz para nosso caminho.
- Depois, perguntem
se há algum aluno que está se sentindo inseguro, precisando se sentir amparado.
Certamente, haverá.
Então, peçam para
que a turma faça um círculo ao redor do(s) colega(s). Orientem para que os
alunos deixem o círculo bem fechado, simbolizando uma fortaleza, para que se
sintam fortalecidos pelo cuidado e proteção dos colegas.
Depois, façam uma
oração pelos que estão dentro do círculo, para que sintam segurança e proteção
24 horas da torre forte e da fortaleza que é Deus.
- Para concluir,
leiam conjuntamente:
Pv 18.10
“Torre forte é o nome do Senhor, para ela corre o justo e está seguro”.
Sl 46.1 “Deus é o
nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”.
Por Sulamita
Macedo.



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