Adultos: A Igreja e o seu Testemunho – As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
Lição 04: Pastores e Diáconos
Dinâmica: Ministério Pastoral e Diaconia
Objetivos:
Exemplificar e refletir sobre as múltiplas funções do Pastor.
Enfatizar a importância dos colaboradores no ministério pastoral, como o serviço prestado pelos diáconos.
Material:
Vários objetos de tamanhos e formas diferentes
Procedimento:
- Escolham uma pessoa da turma para representar a figura do pastor.
- Falem sobre as inúmeras funções de um pastor.
Para cada função citada, entreguem um objeto para o “pastor” segurar, até que não haja mais condições por causa da quantidade.
- Falem: Observem que o pastor exerce muitas funções, com o objetivo de cuidar do rebanho e administrar de forma exitosa a parte administrativa da igreja.
- Falem: É necessário também divisão de tarefas no ministério de pastor, para que haja um bom exercício das múltiplas funções que exerce, pois de forma isolada não é possível e para que haja responsabilidade, é necessária a cooperação de outros para poder trabalhar de forma exitosa. Podemos citar os presbíteros, os diáconos e outros...
- Neste momento, perguntem: Que tipo de atividades podem ser desenvolvidas pelos membros e congregados para colaborar com o vasto trabalho.
Aguardem as respostas.
- Para concluir, apresentem estes dois exemplos de líderes e seus cooperadores:
Paulo, o líder, precisou de dois cooperadores, Timóteo e Epafrodito, preparados e capacitados para o serviço. Sigamos pois este exemplo(Fp 2. 19 e 25).
Moisés também precisou de colaboradores que tinham propósitos comuns, vejam:
“E acontecia que, quando Moisés levantava a sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava a sua mão, Amaleque prevalecia. Porém as mãos de Moisés eram pesadas, por isso tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs” (Ex17. 11 e 12).
Por Sulamita Macedo.
Texto Pedagógico
Avaliando a Avaliação da Aprendizagem
na Escola Bíblica Dominical
Muito se tem discutido e escrito sobre avaliação da aprendizagem. Novas concepções surgem na área educacional, reflexões são realizadas, tomadas de decisões são feitas nas escolas, mas sempre há um ponto de interrogação no processo avaliativo, por ser alvo de opiniões controvertidas e por se entender que é um processo difícil de ser realizado a contento.
Nas escolas seculares, partindo de uma análise simples, a avaliação de forma geral tem sido associada à realização de provas, testes, atribuição de notas ou diagnóstico descritivo dos alunos após um bimestre, trimestre, semestre, ano, série ou ciclo, tendo como foco principal o resultado aprovado, reprovado.
Dessa forma, podemos concluir que a avaliação, nessa concepção, está atrelada ao resultado final do desempenho dos alunos, domínio ou não das competências e habilidades requeridas para aquele momento de estudo etc. É mais conhecida como Somativa, pois a decisão final requer a soma de vários resultados ao longo de um período de estudo. É interessante ressaltar que outros tipos de avaliação já acontecem, em várias escolas, e não estão conjugadas a aferição de notas.
E na Escola Bíblica Dominical, a avaliação para que serve?
Para que serve? Isto mesmo! Caso você, professor, seja daqueles que não realiza avaliação da aprendizagem na EBD, não se espante, você não é exceção! Na EBD pouco se fala em avaliação da aprendizagem, mesmo sendo um requisito tão importante dentro do processo de ensino e aprendizagem. Mas, é necessário realizar avaliação. É interessante, então, pensar sobre alguns pontos relevantes.
Na Escola Dominical não há uma finalização de períodos conclusivos para que os alunos terminem um módulo e sejam julgados aptos ou não para prosseguir nos estudos posteriores.
É importante também refletir sobre o conteúdo transmitido na EBD, que na sua maioria deve ser vivenciado pelo aluno na sua prática cristã. Então, neste caso, somente o aluno é capaz de julgar como o ensino está sendo absorvido por ele, como cristão. Daí, a necessidade do professor contextualizar o tema com o tipo de aluno, para que a aprendizagem seja mais significativa.
Há professores que realizam testes ao final do trimestre e fazem premiação dos alunos que se destacam nestas avaliações escritas, observando também assiduidade, pontualidade, participação etc. As avaliações, na grande maioria, se referem a conteúdos, conceitos; mas, a assimilação deles e vivência do que aprendeu somente os discentes podem avaliar a si mesmos – este tipo de avaliação é conhecida como Autoavaliação. Embora, que possamos “avaliar” alguém pela demonstração de suas atitudes e por aquilo que fala. Afinal, pelos frutos se conhece uma árvore.
Outra forma de avaliar os alunos é conhecida como avalição Diagnóstica. Antes de iniciar o estudo da lição, o professor indaga sobre o que os alunos conhecem sobre o tema. Dessa forma, ele tem conhecimento prévio sobre o que os alunos conhecem da temática que será abordada e pode, inclusive, partir dessas respostas para iniciar o estudo.
Há outra forma de avaliar – a Formativa ou Processual. Esta não busca detectar o insucesso do aluno no final de período, nem prioriza o resultado final. Ela acontece no processo de ensino, de forma contínua e informal, como prática de investigação para que o aluno aprenda e dessa forma pode ter uma perspectiva transformadora, isto é, observando as modificações que estão ocorrendo no aluno para que ele aprenda, alcançando os objetivos propostos.
Como fazer? O professor durante a aula deve observar a expressão facial e corporal dos alunos, para identificar se estão entendendo o assunto, além de fazer perguntas sobre o assunto e expressões como: “Estão entendendo?” e “Alguma dúvida?” O professor deve também oportunizar espaço para o aluno realizar perguntas. É possível também utilizar-se de outros instrumentos avaliativos, dentro desta perspectiva, como: pequenos testes, dinâmica pedagógica etc. Dessa forma, a avaliação será uma ferramenta eficaz a serviço do ensino e da aprendizagem.
Concluindo, reconheço que este texto não esgota o questionamento da problemática avaliativa na EBD. Todavia, apresenta uma reflexão sobre o tema e aponta algumas alternativas para a realização do processo avaliativo.
Que tal começar na próxima aula?
Por Sulamita Macedo.
Jovens: Novos Tempos, Novos Desafios – Conhecendo os desafios do século XXI
Lição 04: A Era da Informação instantânea
Dinâmica: Você Compartilha?
Objetivo: Refletir sobre as influências dos meios de comunicação.
Material:
14 envelopes
Nomes e expressões digitados(vejam no procedimento)
Procedimento:
- Entreguem os 14 envelopes fechados para alunos com as seguintes palavras ou expressões:
Consumo
Culto ao corpo
Mensagens subliminares
Informação
Rápida comunicação
Influência de seitas
Tempo excessivo diante da TV e Internet
Falta de tempo para conversar
Pouco ou quase nenhum tempo para estudar
Evangelização através da mídia
Indução a mudança de comportamento
Pedofilia
Programas de TV e sites inadequados
- Peçam para que um aluno de cada vez abra o envelope e leia o conteúdo somente para ele.
O professor pergunta: Você compartilha?
- O aluno deverá falará “compartilho” ou “não compartilho”.
- O professor deverá separar os envelopes de compartilho ou não compartilho.
Isto deve acontecer até que os 14 envelopes sejam abertos.
- Falem: Vamos ver agora o que os colegas compartilham e não compartilham.
Peçam para que os alunos falem porque compartilham ou não compartilham.
- Apresentem cada palavra ou expressão, comentem sobre cada uma delas, afirmem que são influências positivas e negativas dos meios de comunicação e falem do cuidado que devemos ter diante destas situações.
Por Sulamita Macedo.
Pré-adolescentes – Currículo do Ano 1: Jesus, o Salvador
Lição 04: Nunca mais terás sede
Dinâmica: Uma água diferente
Objetivo: Introduzir o estudo sobre o que significa “Água da Vida”.
Material:
01 garrafa com água para beber
Copos descartáveis
Procedimento:
- Com uma garrafa de água na mão, perguntem:
Alguém está com sede? Deseja beber água agora?
- Depois, falem da importância de beber água várias vezes ao dia, pois sem a água a pessoa pode ficar desidratado e ter problemas de saúde.
- Perguntem: alguém já bebeu um tipo de água diferente desta?(aponte para a garrafa)
Aguardem as respostas. Certamente, os alunos vão falar de água com gás, água com sabor de limão etc.
- Falem: Jesus ofereceu uma água diferente para a mulher samaritana – uma água que se ela tomasse nunca mais teria sede. Este tipo de água é diferente da água que tomamos. Agente toma água, mas depois temos sede e tomamos novamente.
- Falem: O nome da água é a “Água da vida”. Vamos começar a estudar sobre ela agora?
- Comecem a trabalhar o conteúdo da lição.
Por Sulamita Macedo.
Adolescentes – Currículo do Ano 1: Vivendo em Sociedade
Lição 04: Bullying, um problema social
Dinâmica: Discriminação, não!
Objetivo: Exemplificar que atos de discriminação devem ser combatidos e denunciados.
Material:
¼ da folha de papel ofício e caneta para cada aluno.
Procedimento:
- Organizem os alunos em círculo.
- Distribuam ¼ da folha de papel ofício.
- Solicitem para que cada aluno escreva o que ele deseja que seu colega do lado esquerdo realize, naquele momento da aula. Normalmente as ações são engraçadas e até “micos”.
Veja um exemplo: Maria deve fazer tal coisa. João( nome da pessoa que está escrevendo).
Orientem que o colega não pode ver o que o aluno está escrevendo.
- Recolham todos os papéis.
- Agora, falem: A regra da brincadeira está mudada, o “feitiço virou contra o feiticeiro”. Quem vai realizar a tarefa é a pessoa que escreveu e não o colega para quem você desejou.
- Então, os alunos deverão realizar as tarefas.
Certamente, haverá um pouco de rejeição ou vergonha, mas encorajem os alunos.
- Depois, falem: Esta é a finalidade da brincadeira: não desejar aos outros ou fazer algo com os outros, que você não gostaria para você.
- Então, comecem a trabalhar os temas da indiferença, discriminação, Bullying,
- Falem: Comece por você, não discriminando ninguém. Faça a diferença!
- Para concluir, leiam:
“E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também” Lc 6.31
Ou se preferir a versão NTLH: “Façam aos outros a mesma coisa que querem que eles façam a vocês”.
Ideia original desta técnica desconhecida
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Indicação de Leitura
Leiam este texto sobre Bullying, no momento da preparação da aula:
Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola, Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP, Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
http://www.brasilescola.com/sociologia/bullying.htm
Juvenis - Currículo do Ano 1: Queda e Redenção
Lição 04: A Corrupção da humanidade
Dinâmica: Dois caminhos, uma escolha
Objetivos:
Introduzir o estudo sobre o Humanismo.
Apontar que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
Material:
Cadeiras
Figuras de homem e mulher
Palavra DEUS
02 envelopes:
Nome “Conhecimento de Deus” escrito para colocar dentro do envelope 01
Palavra “Humanismo” escrita para colocar dentro do envelope 02.
Procedimento:
Antes da aula:
Organizem as cadeiras de forma que formem 02 caminhos
Em 01 cadeira, fixem uma figura de um homem e de uma mulher. Deixem também um envelope e coloquem dentro dele o nome Humanismo.
Na outra cadeira, coloquem 01 folha com o nome DEUS. Também coloquem um envelope e dentro dele o nome “Conhecimento de Deus”.
Durante a aula:
- Organizem os alunos em 02 grupos.
- Falem: A humanidade, aqui representa por vocês, tem dois caminhos para seguir.
- Peçam para um grupo andar pelo caminho que conduz a Deus.
- Peçam para o outro grupo andar pelo caminho representado pelas figuras do homem e da mulher.
- Depois, solicitem que eles abram os envelopes e leiam o conteúdo.
- Falem: Muitas pessoas possuem conhecimento sobre quem é Deus, sua criação, seu poder, que enviou seu filho para morrer pelos pecadores e seguem este caminho e têm Deus como centro de suas vidas.
Mas, há um outro grupo de pessoas que mesmo conhecendo Deus decidiram seguir o caminho do Humanismo, rejeitando Deus.
- Perguntem: Qual o caminho que devemos escolher?
- Depois, leiam: “Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao pai senão por mim”(Jo 14.06).
- Para concluir, falem: É sobre a corrupção da humanidade que rejeita Deus e prefere as ideias humanistas, no homem no centro, que vamos estudar hoje nesta lição.
Por Sulamita Macedo.









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